bernardo (suj. masc.): só mais um alguém qualquer, divagando entre a latência do ser e a inexistência do vazio. nascido bem no meio dos anos 90, com pitadas do bug do milênio e uma grande influência do nascimento da tecnologia das massas.é um ser de existência mediana por natureza, lutando contra ela a todo custo: seu maior medo na vida é continuar mediano para sempre.aficionado por horror -- em todas as suas facetas -- e moldado por traumas de seu passado que o tornaram boa parte do que ele é hoje: atormentado, sensível (também ver: sensitivo), um tanto arrogante e amoroso.acredita que as palavras são a epítome essencial da existência humana.não costuma fazer muito sentido, mas quem de nós faz?